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quinta-feira, 31 de março de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
José Alencar - Um bom exemplo a ser seguido
“No meio do caminho havia uma pedra, havia uma pedra no meio do caminho, no meio do caminho tinha uma pedra!”... E agora José? A festa acabou, a luz apagou... E agora, José?”
Não importa, José se foi e com certeza foi morar com Deus, depois de ter seguido uma linda trajetória aqui na terra, dando-nos uma verdadeira lição de luta, dignidade e de como ser vitorioso, lutando contra a própria morte.
Mas falemos de vida. Como bom mineiro, de Muriaé, José não curtiu preguiça, mas lutou, com humildade. Não olhou para as dificuldades, rompendo barreiras e atravessando fronteiras. De origem simples, tornou-se, ainda bem jovem, comerciante, subindo os degraus de uma carreira de sucesso, que lhe fez um dos melhores empresários da nação, dono de uma das maiores tecelagens do país. Em 1994, ingressou na política, candidatando-se ao governo de Minas Gerais, porém, com mais de três milhões de votos, elegeu-se Senador em 1998. Antes, quando presidente da FIEMG – Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais esteve até aqui em Guaxupé, fundando o SESI. No entanto, foi em 2002 que entrou para o cenário nacional, em grande estilo, quando eleito vice-presidente da República na chapa de Lula. A partir daí sempre lutou para que houvesse a queda da taxa de juros e uma eficiente mudança na política econômica perpetrada pelo então ministro da fazenda, da época, o Sr. Antonio Palocci.
Certamente, o Sr. José Alencar foi um grande homem; exemplo de superação, já que ele lutou durante longos 13 anos contra um câncer devastador. Eis a sua pedra! Aos 79 anos, disse adeus ao mundo, empobrecendo ainda mais a política brasileira. Ouso dizer que faltam homens públicos com o caráter e com a ética de José Alencar. Ah! Se tivéssemos ao menos dezenas deles espalhados pelo cenário político do país, certamente não presenciaríamos tanta ineficiência, tanto marasmo, tanta falta de vontade política, tanta corrupção e tanto desrespeito ao povo tão sofrido, mas que ainda é motivado por bons exemplos como o de José.
Querido José, com a sua licença, quero lhe confessar algo: Não haverá mais os seus versos, os seus protestos, o seu discurso. Parece que tudo fugiu, que tudo mofou e agora? Parece que aqui não há grandes homens públicos como você, José. Na televisão, sua doce palavra nos transmitia esperança. Sua fé era comovente. Creio que até os ateus passaram a acreditar um pouquinho em Deus. Lembrei-me até dos versos de Drummond: “Mas você não morre, você é duro, José... Você marcha, José! José, para onde?” Eu sei. José certamente estará lá no céu, nos braços do Pai, enriquecendo o firmamento com a sua boa política de amor.
sábado, 25 de dezembro de 2010
FELIZ NATAL e PRÓSPERO ANO NOVO
QUE NESTE NATAL, POSSAMOS OFERECER A JESUS MUITO MAIS QUE INCENSO, OURO OU MIRRA! PARA DEUS, COM TODA A CERTEZA, TODO ESSE PRESENTE NÃO TEM VALOR ALGUM.
QUE NESTE NATAL TODO NÓS VENHAMOS OFERECER O NOSSO CORAÇÃO PARA JESUS, COM MUITO AMOR, PERDÃO, ADORAÇÃO E LOUVOR A DEUS.
FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO! QUE 2011 SEJA UM ANO DE REALIZAÇÕES, COM JESUS CRISTO BEM PRESENTE EM NOSSAS VIDAS.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Para meditação:
"De tanto ver triunfar as nulidades,
de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus,
o homem chega a desanimar da virtude,
a rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto". (Rui Barbosa)
O que o nosso jurista do passado diria hoje, vendo tantas mazelas em nossa sociedade?
de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus,
o homem chega a desanimar da virtude,
a rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto". (Rui Barbosa)
O que o nosso jurista do passado diria hoje, vendo tantas mazelas em nossa sociedade?
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Que todos os dias sejam de Justiça! Viva o dia 08 de dezembro!
A Justiça vai muito além dos átrios de um Tribunal. A verdadeira justiça se inicia e se promove no próprio seio da sociedade, na luta pelas igualdades. Sem sombra de dúvida, somos desiguais, pois viemos de famílias diferentes, vivemos histórias das mais diversas, com culturas e traços distintos, etc. A questão é estabelecer quais desigualdades devem ser eliminadas e quais devem ser escolhidas para ponderar critérios para que se trate as pessoas iguais de maneira igual e as desiguais, de maneira desigual, na medida de suas desigualdades, buscando o equilíbrio, conforme diz o texto da Constituição Federal.
Antigamente, para se ter um cargo público, por exemplo, o critério utilizado era aferir se a pessoa tinha alguma influência ou se pertencia a alguma classe social abastada ou se a sua família era aristocrata. Hoje, a Justiça, através da equidade, dá-nos a noção de que justo é cumprir as leis, mas em determinados momentos verificamos que a lei traz em si alguns problemas. A lei muitas vezes é falha, apesar de ser uma regra geral e obrigatória. No entanto, há certos momentos em que a regra não dá para resolver todos os problemas sociais. É nesse momento que devemos agir por equidade. Aristóteles dizia que devíamos pensar como um legislador. Quando a regra geral não é suficiente, temos que agir com equidade, ou seja, pensar como o legislador agiria para resolver determinada questão. A equidadade, com isso, nada mais é do que a concretização do justo, ou seja, da própria justiça. Quando o julgador olha para o caso concreto e diz o direito, de modo àquele caso específico, a equidade entra em cena, como uma régua, amoldando-se ao caso concreto, pois flexibiliza a rigidez da lei.
Por fim, a definição clássica de Justiça é dar a cada um o que lhe é devido. O problema da Justiça, portanto, é a distribuição do direito. A Justiça lida com centenas de milhares de questões, tais como: qual a quantidade de terras que alguém pode ter, por exemplo? Ou, ainda, se um marido se separa de sua esposa, qual o direito que cada um dos cônjuges possui, quando do divórcio?
Na era moderna, a Justiça está ligada a essência da natureza do homem, que é a liberdade, como dizia Rousseau. Para ele, a lei justa devia derivar da vontade geral, ou seja, da vontade dos membros da comunidade. Uma lei não é justa se for fruto da vontade de um monarca ou de um ditador. Portanto, como vivemos num regime democrático, onde o povo escolhe os seus governantes, a Justiça deriva da própria vontade livre e consciente de um povo, através das leis, que regulam a sociedade. Havendo conflito, a Justiça entra em ação, em sua supremacia, preservando as igualdades.
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